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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Imagens históricas - as primeiras astrofotografias




1840 - Fotografia da Lua
 John William Draper
1845 - Fotografia do Sol
 Jean B. L. Foucault / Armand H. L. Fizeau


















1851 - Primeira fotografia de um eclipse solar
e da coroa do Sol
Berkowski















sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Vulpecula ( Raposa ) ( Raposinho )




Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Vul
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Vulpeculae
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  90°N – 61°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
61°S  71°S
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  25 Jul


A Raposa ( ou Raposinho ) é uma das constelações introduzidas pelo astrónomo polaco Hevelius na sua obra " Firmamentum Sobiescianum ", publicada em 1690, após a sua morte. Dotado de uma acuidade visual extraordinária, a que o próprio se referia algumas vezes para gracejar com os seus contemporâneos - a constelação do Lince, por exemplo, foi imaginada por este astrónomo, que sublinhava ser necessária uma " visão de Lince " para localizá-la - Hevelius chamou a esta constelação " Vulpecula cum Anser " ( " A  Raposa e o Ganso " ), por nela conseguir visualizar uma raposa com um ganso na boca. Sendo, desde logo, uma constelação difícil de se observar por ser constituída por estrelas de fraco brilho, a maior parte das que formam a figura do ganso imaginado por Hevelius contam-se entre as menos brilhantes, pelo que não são fáceis de detectar a olho nu para a larga maioria dos observadores. Também por esta razão, se abreviou o nome da constelação para " Vulpecula ", apenas. Embora seja bastante difícil de se localizar no céu, pode ser usada como referência a proximidade de estrelas bastante óbvias nas constelações vizinhas Cisne ( nomeadamente, " Albireu " ) e Lira ( Vulpecula encontra-se relativamente próxima de uma estrela muito brilhante, a Alfa da Lira - de nome próprio " Vega " ).

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Volans ( Peixe Voador )


Ilustração da constelação de Volans na obra " Uranographia ", de Joahnn Bode ( pub. 1801 ). 


Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Vol
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Volantis
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  14°N – 90°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
25°N 14°N
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  18 Jan


Durante muito tempo conhecida como " Piscis Volans ", denominação posteriormente abreviada para " Volans ", é uma das doze constelações modernas introduzidas pelos navegadores holandeses Pieter Keyser e Frederick de Houtman, que cartografaram o céu do hemisfério Sul entre 1595 e 1597. A maioria das figuras celestes visualizadas por Keyser e de Houtman representa animais exóticos que os navegadores encontraram na sua expedição às Índias Orientais - neste caso, Volans ilustra as várias espécies de peixes popularmente conhecidos como " peixes voadores ". 
Não é fácil de se reconhecer no céu, por ser pouco extensa e composta por estrelas de brilho relativamente reduzido, mas a proximidade da constelação da Quilha ( Carina ) é uma ajuda preciosa na sua localização.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Virgo ( Virgem )




Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Vir
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Virginis
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  67°N – 75°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes:  90
°N 67°N / 75°S 90°S
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  11 Abr


Constelação muito antiga, representa uma jovem bela e virtuosa segurando uma ( ou várias ) espiga(s) de trigo na mão esquerda. A sua localização no céu não é óbvia, devido a conter apenas uma estrela de brilho considerável, a Alfa de Virgo, de nome próprio " Spica " ou " Espiga ". No entanto, encontrada a estrela mencionada, usando-se a constelação do Leão como referência próxima, Virgem torna-se facilmente reconhecível.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Vela ( Vela )


Na imagem vemos a ilustração do Navio Argo, figura que é composta por 3 constelações independentes: Popa, Quilha e Vela.


Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Vel
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Velorum
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  32°N – 90°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
52°N 32°N
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  23 Fev


Argo Navis - clicar para ampliar a imagem
Esta constelação fazia parte de uma maior, bastante antiga, chamada Argo Navis ( O Navio ou, segundo o título original, O Navio " Argo " ), que foi dividida por Lacaille, em 1754, em 3 constelações modernas: Quilha, Vela e Popa. Uma quarta, " Pyxis " ( a Bússola ), foi idealizada pelo astrónomo francês usando estrelas que desenhavam parte do mastro da figura.
Segundo a mitologia grega, a antiga " Argo Navis " representava o navio que Jasão e os Argonautas usaram na sua busca pelo Velo de Ouro ( associado no céu à constelação de Aries ). Do navio é apenas visível a metade posterior, tendo a tradição definido que o resto da embarcação não era visível por estar envolta em nevoeiro, ou porque o episódio celebrado nesta constelação se referia ao momento em que o Argo se lançara na travessia dos Rochedos Azuis que estariam, por isso, a ocultar a proa.      
   
A Vela representa, como o nome indica, a vela do navio Argo e é visualizada de formas variadas, consoante o autor da ilustração. Por vezes é apresentada totalmente desfraldada, outras vezes ( como na figura publicada no início deste texto ) representada solta, pendendo de um mastro partido ao meio - esta versão salienta o dramatismo do episódio da travessia efectuada pelo navio, da qual não teria escapado sem alguns danos. No entanto, pela disposição das estrelas da constelação no céu, torna-se mais fácil visualizar a Vela totalmente desfraldada.
Localiza-se com relativa facilidade por ser composta por estrelas de brilho razoável, usando-se como referência a proximidade das duas estrelas mais brilhantes do céu: Sírio ( da constelação vizinha, Cão Maior ) e Canopo ( da constelação vizinha, Quilha ( Carina ) ).

sábado, 8 de dezembro de 2012

Ursa Minor ( Ursa Menor )




Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  UMi
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Ursae Minoris
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  90°N – 0° 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
24°S 
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  13 Mai


Constelação famosa, por conter a estrela Polar, poucos são aqueles que a conseguem localizar e reconhecer no céu, por ser composta por estrelas relativamente ténues. Mesmo a mais célebre, a Polar, não é, ao contrário do que alguns pensam, uma estrela muito brilhante. A sua magnitude alcança apenas 2.0 , visível com facilidade a olho nu mas não se destacando de uma série de outras muito mais óbvias no céu - a Polar ocupa um modesto 47º lugar na lista das estrelas mais brilhantes de todo o céu nocturno. Localize-se esta constelação usando como referência duas estrelas da Ursa Maior - Dubhe e Merak apontam para a estrela Polar.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Ursa Major ( Ursa Maior )




Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  UMa
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Ursae Majoris
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  90°N – 16°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
16°S  62°S 
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  11 Mar


Uma das constelações mais antigas e mais populares, a Ursa Maior localiza-se com facilidade, sendo identificada pela maioria das pessoas com o asterismo formado pelas suas sete estrelas mais brilhantes, conhecido como " a Caçarola " ( entre muitas outras designações ).

sábado, 24 de novembro de 2012

Tucana ( Tucano )


Ilustração da constelação do Tucano em que podemos observar as linhas imaginárias que unem as suas três estrelas mais brilhantes.


Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Tuc
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Tucanae
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  14°N – 90°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
33°N 14°N 
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  17 Set


O Tucano é uma das doze constelações modernas introduzidas pelos navegadores holandeses Pieter Keyser e Frederick de Houtman, que cartografaram o céu do hemisfério Sul entre 1595 e 1597. A maioria das constelações visualizadas por Keyser e de Houtman representa animais exóticos que os navegadores encontraram na sua expedição às Índias Orientais, mas o Tucano terá sido introduzida por Keyser visto que, sendo uma ave nativa da América do Sul, apenas este a conheceria, por ter sido o único, de entre os dois, a ter feito uma viagem ao novo continente Americano, prévia à expedição das Índias.
Na representação mais celebrizada, a figura do Tucano é visualizada a segurar no bico um ramo com uma baga, sendo esta assinalada pela estrela δ ( Delta ).
É uma constelação muito difícil de se localizar, por apresentar dimensões reduzidas e ser constituída por estrelas de fraco brilho. Utilize-se como referência a proximidade da estrela mais brilhante dessa área do céu, de nome próprio " Achernar ", da constelação vizinha, Erídano.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Triangulum Australe ( Triângulo Austral )


Na ilustração vemos o desenho visualizado por Lacaille para a constelação do Triângulo Austral - denominada " Libella " pelo astrónomo francês, visto que o mesmo pretendia identificar nesta figura celeste um esquadro de nível ( " Libella " significa " Nível " ), instrumento usado pelos pedreiros.


Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  TrA
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Trianguli Australis
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  19°N – 90°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
29°N 19°N 
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  23 Mai


Constelação moderna, originalmente denominada Triângulo Austral ou Triângulo do Sul, foi introduzida pelos navegadores holandeses Pieter Keyser e Frederick de Houtman, que cartografaram o céu do hemisfério Sul entre 1595 e 1597. Foi posteriormente confirmada por Lacaille em 1754, que lhe alterou a configuração e o nome para nela identificar um " Esquadro de Nível ", em homenagem à Arte de pedreiro, visto que o astrónomo francês pretendia associar as constelações do hemisfério Sul a objectos simbólicos da evolução dos conhecimentos da Humanidade nas Artes ( ou Ofícios ) e nas Ciências. Aquando da divisão oficial do céu em 88 constelações com fronteiras precisas, a I.A.U. ( União Astronómica Internacional ) optou por recusar a versão de Lacaille, a favor da figura original dos navegadores holandeses.
O Triângulo Austral é relativamente fácil de se localizar no céu, não só por conter algumas estrelas facilmente identificáveis a olho nu, como também pelo formato óbvio que estas desenham e pela proximidade de duas das estrelas mais brilhantes de todo o céu, da constelação vizinha do Centauro, conhecidas pelos nomes próprios " Rigil Kent " e " Hadar ".

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Triangulum ( Triângulo )


Na ilustração consta a figura de um triângulo mais pequeno ( em baixo ), constelação que se denominava " triângulo menor " e que caiu em desuso, nunca sendo reconhecida como uma constelação oficial.


Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Tri
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Trianguli
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  90°N – 52°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
52°S 64°S 
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  23 Out


Por vezes referida como " Triângulo Boreal " ( designação supérflua, visto que a diferenciação entre ambas é feita na denominação do " Triângulo Austral " ) em oposição à sua congénere do hemisfério Sul, é uma das constelações conhecidas desde a antiguidade, referenciada pela cultura grega, mesmo apesar das suas dimensões reduzidas e de conter estrelas relativamente pouco brilhantes. No entanto o seu formato é bastante característico, o que facilita o reconhecimento do Triângulo no céu - localize-se a partir das suas duas estrelas principais ( Alfa e Beta ), que podem ser encontradas a olho nu entre Andrómeda e Aries.

sábado, 17 de novembro de 2012

Telescopium ( Telescópio )


Na ilustração vemos o desenho original da constelação do Telescópio ( identificada " Le Telescope " ) tal como foi visualizada por Lacaille.


Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Tel
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Telescopii
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  33°N – 90°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
44°N 33°N 
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  10 Jul


Constelação moderna, introduzida por Lacaille em 1754, após a sua viagem à Cidade do Cabo com o fim de cartografar o céu do hemisfério Sul, é extremamente difícil de se localizar, por apresentar dimensões reduzidas e ser constituída por estrelas de brilho muito fraco. Procure-se a sua estrela mais brilhante ( Alfa ), usando como referência a proximidade da constelação do Escorpião.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Taurus ( Touro )




Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Tau
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Tauri
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  88°N – 58°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
58°S 90°
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  30 Nov


Constelação identificada com a figura de um Touro desde o despontar das primeiras civilizações humanas, suspeita-se que ainda antes dos Sumérios já algumas tribos pré-históricas poderiam venerá-la, vendo nela o animal que a denomina. Esta teoria, ainda por provar, deve-se ao facto de certas pinturas rupestres parecerem representar a figura de um Touro associada a um objecto que alguns identificam como sendo o mais famoso enxame estelar aberto do céu - as Plêiades. Para os Sumérios, a força e fertilidade do Touro fizeram dele um animal sagrado e celebrado, tornando natural a atribuição de uma representação celeste em sua honra.
É uma constelação muito fácil de se encontrar, devido ao pormenor inconfundível de um " V " deitado para o lado esquerdo ( > ) formado pelas estrelas de outro célebre enxame estelar aberto, as Híades. Procure-se o Touro na vizinhança da constelação de Orion.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Sextans ( Sextante )




Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Sex
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Sextantis
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  78°N – 83°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes:  90
°N 78°N / 83ºS 90ºS
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  22 Fev


Constelação moderna introduzida por Hevelius no Séc XVII, com a intenção de celebrizar o instrumento usado por este astrónomo polaco para medir as posições dos astros no céu, o Sextante é muito difícil de se localizar, por apresentar reduzidas dimensões e ser constituída por estrelas de brilho muito fraco. Use-se como referência a proximidade da constelação do Leão, mais óbvia, e da estrela mais brilhante desta, Régulo ( Regulus ), para encontrar a estrela principal ( Alfa ) do Sextante.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Serpens ( Serpente )


Na ilustração estão evidenciadas duas constelações: a Serpente e Ofiúco ou Serpentário ( o homem que a segura ).


Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Ser
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Serpentis
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  73°N – 64°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes:  90
°N 73°N / 64ºS 90ºS 
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  6 Jun


De origem muito antiga, a Serpente sempre foi visualizada a ser agarrada por um homem ou enrolada nos seus pés, sendo estas duas personagens consideradas uma única constelação pelas civilizações mais ancestrais, mas Ptolomeu, no Séc. II, já as catalogava como sendo independentes uma da outra. A Serpente tem a particularidade de ser a única, de entre todas as constelações oficiais, que está dividida em duas partes distintas, cada uma com uma sub-designação específica, com o propósito de mais facilmente se identificar a área que se pretende indicar - a parte que representa a cauda da Serpente tem a sub-designação " Serpens Cauda ", enquanto a metade anterior do seu corpo se denomina " Serpens Caput " ( " A Cabeça da Serpente " ). Apesar desta diferenciação, Serpens Cauda e Serpens Caput representam uma única constelação, para todos os efeitos, incluindo a classificação das suas estrelas. Por isso, não existe repetição nas designações das estrelas que a compõem: as estrelas Alfa, Beta, Gama e Delta encontram-se em Serpens Caput, mas a Eta, por exemplo, localiza-se em Serpens Cauda. Quando necessário, por algum motivo específico, usam-se as abreviaturas SerCp ( para identificar " Serpens Caput " ) e SerCd ( " Serpens Cauda " ). De uma forma geral, refere-se a constelação como o todo que representa, ou seja " Ser " - constelação da Serpente.
Relativamente à justaposição entre as figuras de Ofiúco e da Serpente, toda a área em que o corpo do animal se sobrepõe à figura do homem pertence à constelação de Ofiúco.
A localização da Serpente no céu torna-se simples por, apesar de apenas possuir uma estrela muito brilhante, a constelação de Ofiúco ser fácil de encontrar ( a Norte do Escorpião ).

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Scutum ( Escudo )




Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Sct
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Scuti
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  74°N – 90°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
86°N 74°
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  1 Jul


Constelação moderna introduzida pelo astrónomo polaco Hevelius numa obra publicada postumamente ( 1690 ), o Escudo é muito difícil de se localizar no céu, por ser pouco extensa e constituída por estrelas de fraco brilho. Procure-se tendo como referências as constelações vizinhas e mais óbvias da Águia e do Sagitário.

Sculptor ( Escultor )


Na ilustração acima vemos o desenho imaginado por Lacaille para a constelação do Escultor, que consiste num busto colocado em cima de uma mesa de trabalho, juntamente com as ferramentas do escultor. Note-se que, olhando para o mapa da constelação exibido mais abaixo neste texto, o topo da cabeça do busto é marcado pela estrela γ (Gama),  pelo que no mapa esta figura ( mesa e busto ) deve ser visualizada " deitada " para o lado direito.


Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Scl
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Sculptoris
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  50°N – 90°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes: 
65°N 50°
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  26 Set


O Escultor é mais uma das constelações modernas imaginadas por Lacaille em 1754, aquando da sua visita à Cidade do Cabo com o fim de cartografar o céu do hemisfério Sul. As novas constelações do astrónomo francês foram introduzidas com o intuito de demarcar, com maior precisão, fronteiras no céu e pretendiam homenagear os progressos do conhecimento humano, a nível cultural e científico, pelo que foram escolhidos, para as representar, instrumentos desta natureza.
É bastante difícil de se localizar, devido a ser constituída por estrelas de fraco brilho. No entanto podemos usar, como referência para encontrá-la, a estrela principal da constelação vizinha, Fomalhaut ( no Peixe Austral ), uma das estrelas mais brilhantes do céu, desde que o observador se encontre em latitudes em que esta seja visível ( desde 90º Sul até 60º Norte ).

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Scorpius ( Escorpião )




Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Sco
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Scorpii
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  44°N – 90°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes:  81
°N 44°N
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  3 Jun


Esta é uma das constelações mais antigas do céu, sendo o seu desenho identificado com um escorpião desde, pelo menos, 4000 a.C. , pelos Sumérios. Não só apresenta um  formato bastante óbvio, como também é constituída por estrelas muito brilhantes, fazendo dela uma das constelações mais fáceis de encontrar.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Sagittarius ( Sagitário )


Na ilustração vemos o desenho da figura do Sagitário, rodeada por outras constelações identificadas textualmente ( Coroa Austral, Telescópio e Microscópio ).


Dados da constelação:
Abreviatura oficial:  Sgr
Genitivo usado para formar o nome das estrelas:  Sagittarii
Possível de se observar na totalidade entre as latitudes:  44°N – 90°S 
Possível de se observar parcialmente entre as latitudes:  78
°N 44°N
Culminação à meia-noite - data em que passa mais tempo visível à noite:  7 Jul

 
O Sagitário é uma constelação fácil de se localizar, devido a conter estrelas relativamente brilhantes e por se encontrar próxima de uma das constelações mais óbvias do céu, o Escorpião, mas é simultaneamente uma das mais difíceis de se associar à figura que pretende representar.

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